sábado, 20 de março de 2010

AGENDA ABRIL



No dia 06 de abril de 2010, às 21 horas, no palco do Teatro de Arena, prossegue o Programa Música Autoral Vaia. A abertura da quarta edição do ano ficará a cargo do instrumentista e compositor Claudio Nilson. O show principal será do músico e compositor Sandro Souza.

SANDRO SOUZA

ESPETÁCULO "(RE)VERSO", DE SANDRO SOUZA

O espetáculo "(Re)Verso" tem como proposta a apresentação de 17 canções inéditas de música brasileira do compositor Sandro Souza, que integram, em sua maioria, seu recente cd, de mesmo nome. Neste projeto de releitura de modas e milongas o autor expressa a sua essência tropeiro-açoriana e a sua influência de música e linguagem contemporâneas, onde a melódica é subordinada à rítmica da letra, priorizando a palavra. Trata-se de um reverso humano para o verso urbano, em um fio que costura a moda de viola e a milonga, o regional etéreo e o universal, a desmedida do pulso rítmico e a melodia simples.

Na trajetória do músico Sandro Souza cabe destacar a intensa participação em festivais, assim como a diversidade de repertório que já executou das quais integrou; ambas com influências determinantes para produção das novas canções que se inscrevem, segundo o autor, como um viés para o novo circuito de música popular brasileira.

Músicas que compõem o espetáculo (RE)VERSO: "(Re)Verso", "Nação", "Fera", "Caçapalavra", "Moda", "Cosmopampeana", "Contradição", "Nipo", "Anjo da Guarda", "De nós", Pampa e dentro", "Azul", "Retrô", "Nus", "Rabequeando de orelha" e "Sem contrato".

Todas as letras e músicas são de autoria de Sandro Souza.

Músicos: Sandro Souza (voz, violão e violino) e Douglas Gütjahr (percussão).

www.myspace.com/sandrosouzareverso

sandro.souza.re@gmail.com

CLAUDIO NILSON

Compõe desde os 14 anos de idade. No início dos anos 80, participou de diversos projetos culturais no município de São Leopoldo. Estudou 5 anos de violão clássico na Palestrina, em Porto Alegre. Iniciou sua carreira como instrumentista (baixista) em 1985 no grupo jazzístico "Tocaia", a convite da cantora e amiga Adriana Marques, permanecendo até a dissolução do grupo, em 1996. De 1986 a 1992 participou como convidado no "Grupo Unamérica" (dois discos gravados). Nesse período participou de diversos festivais de música pelo estado, tais como o Musicanto e a Guyanuba, entre outros, acompanhando músicos como Elton Saldanha, Dorotéo Fagundes, Raul Quiroga, Charrua e Vinicius Santos.

Participou de cursos de harmonia e improvisação com Paulo Dorfman; de dodecafonia com Arrigo Barnabé e de estudos de contrabaixo com Ciro Trindade (Grupo Raiz de Pedra). Realizou diversos shows com as cantoras Carla Teston e Giovana Gadalli. Inaugurou espaços que foram referência no cenário musical leopoldense, como o "Manara" e "Expresso 356".

A partir de 2006 começou a trabalhar com Paulo Pink e banda, e ingressou na banda de rock "Anna", como instrumentista e compositor, até meados de 2008. Nesse período participou de eventos culturais em São Leopoldo, participou em 3 faixas do CD "Coletânea Leopoldense Safra Capilé". Em 2007 obteve o segundo lugar no "Festival Som Leo", com a composição "Ainda somos jovens", em parceria com Luiz Thiesen nos arranjos.

Em dezembro de 2009 concorreu ao financiamento pelo Fundo de Cultura de São Leopoldo com o projeto "Plural", classificando-se em primeiro lugar entre os projetos de música.

SERVIÇO:

O que: Programa Música Autoral Vaia - show de Sandro Souza abertura Claudio Nilson

Quando: 06 de abril de 2010

Hora: 21 horas

Local: Teatro de Arena (Borges, 835 - Altos do Viaduto)

Ingresso: R$ 10 e 5 (idosos, estudantes de classe artística)

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

AGENDA



A terceira edição do ano do Programa Música Autoral Vaia, dia 02 de março, às 21 horas, no Teatro de Arena, terá abertura do músico e compositor Gabriel Von Brixen e show da cantora e compositora Luiza Caspary e banda.




LUIZA CASPARY

Luiza Caspary iniciou sua carreira como cantora e atriz aos 8 anos de idade no ano de 1997, cantando jingles e fazendo locuções publicitárias.

Em 1999, ingressou no Coral infantil da Ospa, participando de óperas e do Musical “O Pequeno Limpador de Chaminés” cantando e atuando. Compõe desde os 13 anos de idade. Em 2005, aos 16, concorreu ao Festival de Música de Porto Alegre e tirou segundo lugar na fase 2.

Atualmente, Luiza está gravando seu primeiro álbum com músicas autorais. O disco conta com a produção de Léo Henkim e tem como título o nome da música de trabalho “O Caminho Certo”. Suas músicas são uma mistura de referências que vão do pop ao jazz.

É uma das cantoras mais requisitadas de Porto Alegre para gravações de áudio publicitário e possui um homestúdio. Além de se dedicar à musica, também é atriz e nos últimos 3 anos participou de três musicais, dois deles indicados ao Prêmio Tibicuera, e com sua trilha musical gravada.

Em 2009 estreou com o Projeto You&Me no Planeta Atlântida, fez shows no Miss Brasil Globo. Seu clipe da música “O Caminho Certo” estreou dia 22 de novembro na MTV, e encerrou o ano tocando na virada em Punta del Este, Uruguay.


www.myspace.com/luizacaspary
e-mail: luizacaspary@gmail.com
telefone: (51) 9314-9312




GABRIEL VON BRIXEN

Gabriel Von Brixen é guitarrista, cantor e compositor e atua profissionalmente com música desde 2004. Começou tocando acompanhando o cantor Leandro Corrêa e Banda, no lendário Pub Barbazul durante 2004, e em 2005 acompanhou o compositor e produtor de cinema Gustavo Fogaça, (Guffo) em seu trabalho “Tá Vendo!”.

Em 2006 entra na Foxy Lady, banda de rock que ganhou o festival Berçário Atlântida (2004) e tem um CD gravado pela Orbeat Music, produzido por Teddy Corrêa, vocalista da banda Nenhum de Nós. Com a Foxy, realizou centenas de shows por todo estado, assim como em TV's e rádios de diversas cidades. Gabriel também entrou na pré-produção do segundo CD da banda, não lançado, compondo músicas e letras junto ao grupo.

Em 2005 entra no mercado publicitário, gravando guitarras e violões em jingles para grandes produtoras da cidade, sendo um deles o tema instrumental do evento Planeta Atlântida (2005/2006/2007), que ocorre anualmente na região sul do Brasil.

Em 2006 inicia o curso de Licenciatura em Música do IPA, onde se especializou na área de educação musical, tendo concluído o curso em 2008. No mesmo ano, começa a trabalhar com a cantora e compositora Luiza Caspary, fazendo arranjos de violões e guitarras nas músicas do seu trabalho autoral. Nesse mesmo ano, entra para a banda cover liderada pela vocalista Lais Tetour, onde toca em pubs e bares da cidade e interior do estado clássicos do pop/rock internacional.

No fim de 2009, entra para um projeto de música eletrônica a convite do DJ e produtor JZK, onde canta e toca guitarra juntamente com a cantora Luiza Caspary nas principais casas noturnas do estado. Esse formato de música eletrônica unida à musica ao vivo tem se destacado muito em eventos do gênero por todo o mundo.

Também inicia trabalhos como músico de apoio em espetáculos na banda Identidade, que tem mais de 15 anos de estrada, 3 discos lançados e um forte nome no mercado do Sul do país, tendo participado frequentemente de eventos como Planeta Atlântida, Coca Cola Parc, Feira da Música do Sul, entre outros.

Conforme suas vivências e estudos musicais, foi trilhando sua maneira de tocar e cantar, compondo as próprias músicas e iniciando a pré-produção de um trabalho autoral de rock. Esta DEMO pode ser conferida no link do Myspace. Começa a se preparar para produção em estúdio de seu trabalho de estréia com músicas inéditas.

www.myspace.com/gabrielvonbrixen


Serviço:

O que: Luiza Caspary e Gabriel Von Brixen
Quando: 03 de março de 2010 às 21 horas
Local: Teatro de Arena (Av. Borges de Medeiros, 835)
Ingressos: R$ 10 e 5 (estudantes e classe artística)



















DIEGO SILVA E SAMBA GREGO NO TEATRO DE ARENA

No dia 9 de fevereiro, a partir das 21 horas, no Teatro de Arena (Av. Borges de Medeiros, 835), acontece a segunda edição do Programa Música Autoral Vaia, 2010.
A noite começa com Rodolpho Bittencourt e Felipe Chagas e o seu Samba Grego e encerra com Diego Silva e participação de Lázaro Nascimento. Como o próprio nome do programa sugere, apenas composições originais serão apresentadas (algumas em primeira audição) diretamente das mãos de seus criadores.




DIEGO SILVA

Nascido em Porto Alegre em 1972, Diego Silva se dedica à música - mais especificamente ao violão – desde os treze anos de idade. Em 1990 se profissionalizou e passou a trabalhar nos bares e restaurantes da capital gaúcha, acompanhando cantores e cantoras. Neste período trabalhou também com música instrumental ao lado de outros instrumentistas. Em 1997 transferiu-se para Florianópolis–SC, onde passou também a atuar como cantor, acompanhado por músicos de destaque no cenário local. De volta a Porto Alegre, em 2000, deu seguimento ao trabalho de intérprete ao lado de artistas experientes, focando o repertório na música popular brasileira produzida no período da Bossa Nova e imediatamente posterior, com suas harmonias dissonantes e ritmos livres, criados a partir do samba e do jazz.
www.myspace.com/domdiegosilva


SAMBA GREGO

O projeto Samba Grego é o resultado final de um trabalho de composição de Felipe Chagas e Rodolpho Bittencourt, que começaram a fazer canções em parceria no final de 2008. As músicas têm referências que englobam grande parte da boa e velha música popular brasileira, passando pelo Beco das Garrafas, a Bossa Nova, o Clube da Esquina, a Tropicália, entre outros movimentos e artistas. Dentre todos os ritmos e estilos o samba se destaca, mas também dá espaço ao experimentalismo e à originalidade. A influência da música brasileira tradicional somada às nuances contemporâneas e inusitadas da dupla formam o Samba Grego.
Formação: Felipe Chagas (voz e violão), Rodolpho Bittencourt (voz) e Ronald Franco (percussão e sopros).
www.myspace.com/sambagrego


Serviço:

O que: Diego Silva e Samba Grego
Quando: 09/02/2010 às 21 horas
Onde: Teatro de Arena – Av. Borges de Medeiros, 835
Quanto: R$ 10 e 5 (estudantes e classe artística)










quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

AGENDA



O Programa Música Autoral Vaia não para neste verão। Para o público porto-alegrense que permanece na cidade, dia 12 de janeiro de 2010, às 21 horas, no Teatro de Arena (Av. Borges de Medeiros, 835), tem a primeira edição do novo ano, com a Banda Os Emocionais e abertura de Thiago Di Luca.

Ingressos: R$ 10 e 5 (estudantes e classe artística em geral).




RELEASE DOS ARTISTAS:


BANDA OS EMOCIONAIS

Banda formada em agosto de 2009, Os Emocionais é ainda uma novidade no cenário musical de Porto Alegre. Seguidora da linha evolutiva do rock brazuca e influenciada também por grandes nomes do pop rock internacional, a banda aposta numa sonoridade vintage e numa linguagem rebuscada e inspirada na mais pura tradição da música popular brasileira.

Roberto Carlos, Cazuza, AC/DC, Stones e John Mayer estão entre as principais influências da banda, que é formada por Zé Maria nas guitarras, Daniel Pires no baixo, Gustavo na bateria e Luciano Fortes no violão e vocal, sendo este último o compositor e letrista do repertório da banda.

Então é isso, Os Emocionais quer mostrar que o rock pode ser inteligente sem perder seu lado visceral e espontâneo. Experimente em volume alto, você não vai se arrepender!



THIAGO DI LUCA


O músico Thiago Di Luca atua como cantor e violonista na cena gaúcha há oito anos, tendo tocado em diversos bares e casas de show em Porto Alegre e Região Metropolitana. Como professor de Música, desenvolve seu trabalho junto a escolas e dá aulas particulares de violão e guitarra.

Sua atuação como compositor iniciou-se em 2005, quando fez sua estréia no 8° Festival de Música de Porto Alegre, conquistando o prêmio de “Música Mais Popular”. Desde então vem participando de Festivais e fazendo participações em projetos de outros compositores. Atualmente está em fase de elaboração do seu primeiro show solo, onde apresentará suas composições próprias, reunindo um apanhado de canções que vêm sendo apresentadas nos festivais de música do estado nos últimos cinco anos.

Suas influências advêm dos mais diversos compositores brasileiros: desde cancionistas nordestinos como Dorival Caymmi, até compositores gaúchos como Vitor Ramil. O resultado de suas criações mostra-se simples, sincero e criativo, alternando entre ritmos como o xote e o samba, a balada e o Afoxé, atrelados a uma veia Pop latente. Daí sai a inspiração para o nome do seu projeto musical atual: Colcha de Retalhos.

www.br-pt.sonico.com/u/Thiago_Di_Luca

MÚSICAAUTORAL



O Programa Música Autoral Vaia, produzido pelo jornal VAIA (http://www.jornalvaia.com.br/), foi implementado em maio de 2005 com o objetivo de apresentar e divulgar a produção musical independente de músicos, grupos, intérpretes e compositores que fazem música popular brasileira em Porto Alegre e Estado do RS। Os shows reúnem dois artistas (grupos, bandas ou compositores) convidados com afinidades estéticas e de estilos musicais। A partir de outubro de 2006 as apresentações passaram a acontecer mensalmente no palco do Teatro de Arena (Av Borges de Medeiros, 835 -teatrodearenars.blogspot.com/).


Já participaram do Programa Música Autoral Vaia compositores que fazem música popular brasileira e que tocam em frente seus trabalhos de maneira independente, como:
Otávio Segala, João Rosa, Fernanda Lopes, Felipe Azevedo, Alexandre Florez, Tom Gil, Mário Falcão, BandaNaVereda, Ângelo Vigo, Bira Azevedo, Karine Cunha, Ricardo Vaz, João Vicente Macedo, Giovanni Mesquita, Mimo Ayres, Janine Santos, Rafael Ferrari, Ricardo Pacheco, Alexandre Fisch, Cidara Loguercio, Janice Comper, Roberto do Vale, Binho Terra, Renato Borba, Orestes Dornelles, Marcelo Corsetti, Richard Serraria, Piratas do Porto, Marcelo Cougo, Matheus Kleber, Jerônimo Cândido, Marisa Rotenberg, Joça Libânio, Leandro Maia, Roberto Marques, Jorge Herrmann, Nelson Coelho de Castro, Sil Hendges, Vinícius Todeschini, Dinho Oliveira, Nando Moraes, Jerônimo Jardim, Adrianè Muller, Ita Arnold, Nany Kratina, Diego Silva, Plauto Cruz, Coca Barbosa, Rosa Franco, Lú Barros, Fernanda Krüger, Duo Araucária, Dúnia Elias, Camerata Brasileira, Beto Bolo, Luiza Caspary, Cláudio Santos, Toneco da Costa, Henry Lentino, Luana Coelho, Flávio Adonis, Ricardo Fragoso, Neka Ayala, Jaime Vaz Brasil, Luis Mauro Vianna, Gisele de Santi, Bianca Obino, Tribo Brasil, Carne de Panela, Thiago Rosa, Marcelo Delacroix, Paulinho Parada, Sandro Dornelles, Rafael Goessel, Fernandão, Banda Irís Ativa, Gelson Oliveira, Álvaro Santi, Luciana Costa, Flávio Brasil, João Pernambuco, José Rogério Licks, Rafael Caetano, Tiago Gonçalves, Daniel Basílio, Duda Cunha, Jotta Emme Electroacústico, Lunar, Renato Mendonça e Sandro Souza e Zé da Terreira.


DEPOIMENTOS

MMarques

“Tive contato com o Programa Música Autoral, inicialmente, através de dois amigos e também colegas de faculdade: Marcelo Delacroix e Bianca Obino। Marcelo, que já estava participando do projeto, indicou meu nome para uma futura atuação no Música Autoral. Para a minha primeira apresentação, que seria uma abertura de um show de outro músico que já participasse do projeto, o Mozart, “mentor” deste programa, sugeriu que eu fizesse a abertura do show da Bianca Obino. Após esta abertura, acontecida em 2008, foi marcada a minha apresentação para 2009.
A iniciativa do Programa Música Autoral é muito válida. Apesar de crescentes, são poucos os espaços que se propõem a levar ao público apenas música autoral. E este projeto faz isso, e muito bem. Já levou aos palcos do Teatro de Arena grandes nomes da música daqui do Rio Grande do Sul, e também nomes nem tão conhecidos, e todos sempre com muita qualidade. Isso, além de divulgar nossa música, promove uma interação maior entre os próprios músicos, já que sempre há pelo menos dois trabalhos diferentes no mesmo palco, um sendo a entrada e o outro, o prato principal.

Quando toquei, em setembro de 2009, tive alguns contratempos: o Luthiero, baterista do meu grupo, teve um problemão, um grande imprevisto no dia do show, e não pode se apresentar conosco. Acabamos por fazer apenas voz, violão, minhas tarefas no grupo, com o Lucas, meu irmão, me acompanhando no contrabaixo fretless. Tivemos que adaptar algumas coisas nos arranjos, mas no fim das contas deu tudo certo. E contamos com outro grande amigo pra fazer a abertura pra gente, o Sandro Souza, que tem um trabalho do qual gostamos muito.

Agradeço o Mozart e os amigos que me puseram dentro deste projeto, que, sempre que precisar, podem contar comigo”.

Fernanda Krüger
www.myspace/fernandakrugertrio





foto Marlene Reinaldo



“Participar do Programa Música Autoral foi gratificante e muito bonito. Muito mais saber que temos um novo bando, sem medo e com tesão, parindo novas caras talentosas, novos compositores, cantoras e cantores que jogam um bolão.”

Nelson Coelho de Castro
http://durango-95.blogspot.com/






foto Marco Marques



“Participei do Música Autoral nas suas primeiras edições. Considero de extrema importância iniciativas como esta do VAIA, que apostam na diversidade com qualidade, respeitando as mais variadas produções com os seus mais variados rostos e gostos. O caráter autoral fica sendo a cereja do bolo, aquele fragmento que dá o sabor surpresa do que será degustado. Vaias vivas para que o Programa Música Autoral continue mais autoral do que nunca.”


Felipe Azevedo
http://www.felipeazevedo.com.br/







foto Divulgação



“O projeto é uma iniciativa muito rica de possibilidades. A principal delas é a divulgação da produção musical atual de Porto Alegre para o público em geral. O fato de cada edição apresentar
mais de um artista propicia a integração dos músicos da cidade, fomentando parcerias e trazendo à tona a importância de juntar esforços.”

Karine Cunha
http://www.karinecunha.com.br/








foto Marco Marques




“O Programa Música Autoral é uma joia rara, pois além de proporcionar um ambiente propício para mostrar composições que ainda são desconhecidas do público em geral, integra os participantes e revela talentos. Ele cumpre uma função que é imprescindível, tanto para os autores quanto para os interessados em conhecer músicas e compositores que ainda não tocam nas rádios.”

Mario Falcão
http://www.mariofalcao.com.br/








foto Marco Marques




“Participar do Programa Música Autoral foi muito bacana. E isso se deve ao fato de que ali o artista é e sempre foi bem recebido, independentemente do gênero com o qual trabalhe. Parabéns Fernandinho, Marquito e Mozanga! Rapazeada da pesada! Vocês são FODA!!!”

João Rosa
www.myspace.com/cordaodecor







foto F. León Kiran




“O Programa Música Autoral é importantíssimo, pois dá conta de ações artísticas não mais tão frequentes. É uma retomada do convívio entre compositor e público que possibilita a realização de uma música viva, presente no cotidiano invisível da cidade. Na verdade, é uma diluição destes conceitos de “compositor” e “público”. São uma coisa só: gente interessada em expressar a sua própria voz ao mesmo tempo em que tem a curiosidade e o respeito pela voz do outro.”

Leandro Maia
http://palavreio.blospot.com/











foto Marco Marques




“Nós, compositores desconhecidos da grande e média mídia, encontramos muitas dificuldades em conseguir o espaço para mostrarmos nosso trabalho autoral. Além de valorizar o compositor, o Programa Música Autoral também possibilita a integração entre os músicos, juntando forças para lutarmos nessa eterna ‘guerrilha cultural’. Vida longa ao Programa Música Autoral Vaia.”

Tom Gil
http://www.tomgil.mus.br/












foto Marco Marques

“É uma honra ter participado de um projeto inovador para a música do nosso estado. O Programa Música Autoral Vaia é uma referência para a música do Brasil. É a resistência da verdadeira música popular brasileira. Longa vida a este projeto maravilhoso.”

Ita Arnold
http://www.itaarnold.com.br/






























































































































































































































































































































































































quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Agendão


O último show do Programa Música Autoral Vaia do ano, dia 08 de dezembro, às 21 horas, no Teatro de Arena (Av. Borges, 385 - Altos do Viaduto), terá como atração o compositor ÁLVARO SANTI & O CAIXAPREGO. A abertura ficará a cargo de RENATO MENDONÇA. Ingressos: R$ 10 e 5 (estudantes e classe artística em geral).


RELEASE DOS ARTISTAS:

Álvaro Santi & O Caixaprego

Poeta ou músico?
Álvaro Santi é reconhecido como poeta no Rio Grande do Sul. Desde sua estréia na literatura, em 1992, publicou 4 livros de poesia que granjearam a admiração de leitores exigentes como Adriana Calcanhoto – com quem chegou a tocar no início da carreira – e os escritores Moacyr Scliar, Luís Augusto Fischer, Armindo Trevisan e Charles Kiefer. Santi também é conhecido por seu trabalho na Secretaria de Cultura de Porto Alegre e no Conselho Nacional de Política Cultural, onde representa o Forum Nacional de Música. Contudo, apesar de graduado em música pela UFRGS desde 1993, seu trabalho como compositor, intérprete e instrumentista é praticamente desconhecido.

O disco
Mas isto está para mudar: seu primeiro disco, Trem da Utopia, produzido por ele próprio e mixado por Pedro Figueiredo, será lançado este ano. Nele, Santi canta e toca violão de 6 e 12 cordas, baixo e flauta, acompanhado por André Mâncio (violão de aço e guitarra) e Vítor Breyer (bateria); e auxiliado pelos convidados Leonardo Ribeiro, Otávio Segala, Giovani Berti, Ricardo Arenhalt, Dúnia Elias, Elisa Moori, Rita Scheid, Érika Alíbio, Luís Henrique, Mário Humberto e Rômulo Giralt.

A banda
A banda recebeu o nome de Caixaprego em memória do trio que Santi e seus colegas de universidade, Gédson “Lontra” Meira e Rômulo Giralt, fundaram no início dos anos 1980. O termo “caixaprego” era ouvido de seus pais, significando algum lugar distante ou mesmo inexistente: uma utopia, enfim.

As canções
A existência efêmera da banda rendeu algumas dezenas de canções próprias, registradas em fitas cassete. Uma seleção delas foi reunida para o CD Trem da Utopia. Gravado sem pressa, o disco apresenta uma sonoridade acústica, que evoca o clima dos anos 80 de um jeito contemporâneo. Como assim? Bem, as canções foram simplesmente gravadas como a banda sonhou fazê-lo, porém com os recursos que finalmente tornaram isto possível. Como produtor, Santi não sofreu qualquer limitação estética em seu trabalho, que representou para os envolvidos, mais do que qualquer coisa, uma celebração da amizade a despeito da passagem do tempo.

O show
Neste show, Álvaro Santi apresenta o repertório completo do CD, com duração aproximada de 1 hora, acompanhado por André Mâncio, no violão aço e guitarra, e Tadeu Kirch, no baixo; e alguns convidados muito especiais.

www.myspace.com/alvarosanti



Renato Mendonça

Vão ser uns 15, 20 minutos, se tanto, mas significa um caminho de volta de 15 anos ao palco. O show de Renato Mendonça no Teatro de Arena, no próximo dia 8 de dezembro, abrindo para a apresentação principal de Álvaro Santi, é a primeira desde que o compositor se apresentava ao lado de Leonel Schardong, formando a dupla GR Show. No início dos anos 1980, Renato foi um dos fundadores do grupo Semente, que tentava a difícil alquimia de amalgamar Beatles, Ednardo, Almôndegas, Gilberto Gil, Yes e Led Zeppelin. Da década de 1990, Renato afastou-se do palco e mergulhou nas redações: desde 1996, trabalha no Segundo Caderno da Zero Hora, sendo ex-editor de Música e atual editor de Teatro.

Talvez por ter trabalhado por algum tempo com astrologia, o gaúcho de 51 anos deve estar achando que os aspectos zodiacais são favoráveis ao desafio de empunhar o violão e a guitarra novamente (tomara que o público pense igual...). Se ele não desaprendeu a alquimia, vão estar lá baladas, rocks, um que outro samba, letras focadas pela memória e pela convicção de que arte serve para colar os espelhos de cada um.

Confira músicas e vídeos de Renato Mendonça em:
www.myspace.com/renatomendonca
http://www.renatomendonca.com/

PELO TELEFONE O CHEFE DA POLÍCIA...

Donga - foto: imagesgoogle.com

A música é de Donga. Samba afamado. Tido na conta de primeiro Samba gravado no Brasil nos idos 1917. Muito antes de Donga, Bahiano gravara o Lundu "isto é bom" de Xisto Bahia, em 1902 pela Casa Edson do Rio de Janeiro. A primeira música gravada no Brasil. Bahiano era um gaiato. Versado nos quiprocós da comédia. Metido em teatro burlesco, sob os alpendres e lonas adquiriu sua escola. Nascido em Santo Amaro da Purificação (terra de Caetano e Bethania) no dia 05 de setembro de 1887, batizado como Manoel Pedro dos Santos. Viveu no Rio de janeiro até o dia de sua morte em 1944.

Mas a farofada não se encerra por aí. Catando um grão aqui outro ali, a galinha enche o papo e o granjeiro leva o ovo. Pois que não mais que de repente alguém descobriu no livro de Hardy Vedana sobre a gravadora rio-grandense A CASA ELÉTRICA. Fundada pelo italiano Savério Leonetti em Porto Alegre no ano de 1913. Pois diz Vedana que o primeiro Samba a ser gravado no Brasil teria sido Ya Ya Me Diga, do obscuro compositor e cantor Geraldo Magalhães.

Rusgas à parte de quem teve a primazia sobre o primeiro Samba, fato é que ao examinarmos direitinho a história do carnaval e do samba no Rio Grande do Sul, logo verificamos que: o povo rio-grandense aderiu completamente ao carnaval entrudístico trazido pelos açorianos. E as molhaças, bolinações, correrias, versalhadas & empulhas do entrudo vicejaram entre nós (no interior principalmente) até os primeiros anos do século XX. E em Porto Alegre, no alvorecer do carnaval de rua, sociedades negras como a Floresta Aurora, a exemplo do que ocorria no Rio de Janeiro, saíam com seu cordão. Athos Damasceno, em seu livro "O carnaval pôrto-alegrense no século XIX", dá conta de que em 1870 o Sr. Chefe de polícia metropolitana Coelho Bastos, após ter firmado com a sociedade (elite citadina) propósito de reprimir as manifestações de rua a qualquer custo a fim de banir o entrudo, foi simplesmente o primeiro a recorrer na brincadeira, atacando passantes com esguichos e limões de cheiro.