quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

DIMENSÃO EXPERIMENTAL - MÚSICA, CINEMA E MEMÓRIA

DIMENSÃO EXPERIMENTAL – “MÚSICA, CINEMA E MEMÓRIA”  -
FÓRUM SOCIAL MUNDIAL TEMÁTICO 2013



 
Dia 27 DE JANEIROàs 19 HORAS, na Sala de Cinema P. F. Gastal, na Usina do Gasômetro com ENTRADA FRANCA, vai acontecer nova edição do projeto Música, Cinema e Memória", como parte da programação cultural do Fórum Social Mundial Temático 2013.

O projeto Música, Cinema e Memória, de autoria do grupo de música instrumental Dimensão Experimental, tem como proposta, o resgate da linguagem do cinema silencioso através de músicas autorais contemporâneas criadas especialmente para filmes em sua maioria experimentais, feitos nas décadas de 1920 e 30. A grande novidade desta edição fica por conta do filme "Suíte Palestina 1880 – 1950", documentário produzido e editado pelo grupo Dimensão Experimental através de uma colagem de imagens roteirizadas, coletadas de vários filmes antigos sobre a questão da Palestina no Youtube. Os demais filmes a serem performados são: “H 2 O” (1929) – 12 min. – Ralf Steiner, “Inflation” (1928) – 3 min. – Hans Richter, “Anemic Cinema” (1926) 6 min. – Marcel Duchamp, “Limite” (1931) Fragmento de 8 min. Mário Peixoto, “Tusalava” (1929) – 10 min. – Len Lye. O projeto Dimensão Experimental tem apoio do IECINE, IEM, Museu Hipólito, Museu Antropológico RS, Jornal Vaia, E O Vídeo Levou.

Todas as músicas e arranjos musicais são de autoria do grupo Dimensão Experimental, que é formado por:

Klaus Farina – Teclados, Guitarras, Flauta e Programação Eletrônica
Álvaro Sabóia – Teclados e Gaitas de Boca
Mozart Dutra – Percussão Acústica


Contato:




sábado, 12 de janeiro de 2013

MÚSICA AUTORAL NO ARENA

MÚSICA AUTORAL NO ARENA






A primeira apresentação do Programa Música Autoral do ano de 2013 será realizada no DIA 22 DE JANEIRO, a partir das 20 HORAS, no TEATRO DE ARENA (Av. Borges de Medeiros, 835 - Altos do Viaduto - Telefone 3226-0242). As atrações serão, no show de abertura, o guitarrista e compositor ZÉ RAMOS, com temas instrumenstais e, no show principal, o músico e compositor MÁRIO FALCÃO, apresentando o espetáculo "Fim e Começo" e lançando o seu novo trabalho, o cd  "AMADOR". Mário Falcão será acompanhado dos músicos Zé Ramos (guitarra e violão) e Fernando Sessé (percussão).



OS ARTISTAS


MÁRIO FALCÃO

Em 2011, lança o álbum Amador e o disponibiliza na Internet sob o patrocínio do Programa Petrobrás Cultural (site http://amador.mus.br). No mesmo ano, o trabalho é editado em CD (com distribuição da Tratore/Fonomatic), que recebeu três indicações ao Premio Açorianos de Musica: Melhor Disco, Melhor Compositor e Melhor Interprete, todas na categoria MPB.

Em 2010 e 2009, participa de shows em Montevidéu, com os uruguaios Sebastián Jantos, Nicolás Klisich, Javier Cardellino e Dany Lopez entre outros nomes da nova cena musical do Uruguai. Em 2005, recebe o Prêmio Açorianos de Música – Melhor Compositor e Melhor Disco de MPB – pelo seu primeiro CD – mário falcão, lançado em 2004 através do Fumproarte. Integrou o Circuito Cultural Banco do Brasil, dividindo o palco com a cantora Vanessa da Mata. Classificou música de sua autoria para integrar o CD Uma Canção para Porto Alegre.

Conta ainda com um histórico de participações em shows e em gravações de trabalhos próprios ou de colaboração com outros artistas, como é o caso do CD Quem Tem Boca e Pra Cantar, de Zé da Terreira, com quem realizou o projeto Investigação da Possibilidade, em junho deste ano. Antes de gravar seus CDs próprios, Mário participou da Orquestra de Mantra Rudraksha, grupo com o qual realizou apresentações no Brasil e em Portugal (no ano 2000).


“No palco, um artista maduro mostrando uma obra original, fundamentada em textos inteligentes, melodias e harmonias arquitetadas dentro do que se costuma chamar de violão brasileiro moderno. Falcão é, ao mesmo tempo, um estilista da palavra e usa o instrumento com muita competência e elegância, mas o que o distingue dentre tantos outros artistas que também reúnem esses atributos é a sua inspiração, sua capacidade para escrever canções sobre os óbvios da vida, captando e transformando em poemas sonoros o que para nos passaria despercebido. Seu texto não tem obviedades ou lugares comuns. Inteligência e delicadeza a favor da canção, coisa rara de se ouvir ultimamente.”

Raul Boeira – compositor


UM FALCÃO MUITO COOL

Em ação desde 1995, Mário Falcão é o mais joão-gilbertiano dos compositores gaúchos. Low profile total, vem criando quase em silêncio uma obra refinada e madura. Se o primeiro álbum, de 2004, já era ótimo (ganhou o Prêmio Açorianos de compositor e de disco), este segundo, Amador, é melhor ainda na lapidação sonora e poética. É raro se ouvir um trabalho assim, em que tudo está no lugar certo, do artesanato das melodias às letras inspiradas, os arranjos elegantes, o canto suave, formando um conjunto irretocável. Com ele, Mário se posiciona num patamar de primeiro nível nacional. A marca de Amador é uma MPB moderna com levada jazzy e espírito cool, ou seja, ares de bossa nova...”

Juarez Fonseca, jornalista



Contatos c/ Mário Falcão:

E-mailtoarmusica@gmail.com


Fones: (51) 3321.1468 / 8137.5561



ZÉ RAMOS

Formado em Composição na Faculdade Palestrina de Porto Alegre, estudou violão clássico com Eduardo Castanhera. Guitarrista versátil, participou de grupos de jazz e acompanhou vários cantores da MPB gaúcha. No período em que viveu na Europa, integrou shows de música brasileira e música portuguesa. Participou de concertos e de gravações, entrando em contato com diversos gêneros, como a música africana das ex-colônias portuguesas. Com a cantora cabo-verdiana Sara Tavares, integrou o grupo Shout, gravando disco homônimo e participando de shows em Portugal e Cabo Verde. 

Como diretor musical, instrumentista e arranjador, gravou, em 2001, o disco Quem tem boca e pra cantar, do músico e ator Zé da Terreira; em 2004, o disco do compositor Mário Falcão, que recebeu o Prêmio Açorianos – Melhor Disco MPB; em 2009, o CD de Daniel Rosa e, em 2011, o CD Amador, de Mário Falcão. Atualmente, Zé Ramos, além de preparar seu primeiro disco autoral, integra o quarteto do acordeonista Paulinho Cardoso e a banda Gafieira Ziriguidum.


FERNANDO SESSÉ

Atua como percussionista há mais de dez anos. Estudou com Marcos Suzano, Robertinho Silva e na Escola Villa Lobos, do Rio de Janeiro. Sempre pesquisando novos timbres, Sessé dedica-se não só aos instrumentos convencionais de percussão como também aos que recebem o aporte da eletrônica, como os samplers, pedais de efeitos e outras novidades tecnológicas. Em sua carreira, gravou nos discos de Gisele de Santi, Daniel Torres, Mário Falcão entre outros. Trabalhou em shows com Adriana Defenti, Mônica
Tomasi e Marina Lima. Integra o Sax in the House (música eletrônica), Gafieira Ziriguidum, Marco Schultz e Maha Satya Sangha (banda que interpreta mantras e cantos devocionais) e trio de música instrumental formado com os gaúchos Ayres Potthoff e Michel Dorfman.



SERVIÇO:

O que: Programa Música Autoral Vaia - Show: MÁRIO FALCÃO
                                                                        Abertura: ZÉ RAMOS

Quando: 22 DE JANEIRO DE 2013, às 20 HORAS

Onde: TEATRO DE ARENA (Borges, 835, Altos do Viaduto)

Ingresso: R$ 10 e 5 (Idosos, classe artística e estudantes)







terça-feira, 27 de novembro de 2012

MÚSICA AUTORAL NO ARENA

PROGRAMA MÚSICA AUTORAL DEZEMBRO



A última apresentação do ano do Programa Música Autoral Vaia será DIA 06 DE DEZEMBRO, a partir das 20 HORAS, no TEATRO DE ARENA (Borges de Medeiros, 835 - Altos do Viaduto - Telefone 3226-0242), terá como atração no show de  abertura o grupo ZÉ MARIA TRIO e o show principal será do  instrumentista e compositor GERALDO OCCA.


OS ARTISTAS


GERALDO OCCA

Natural de Guia Lopes da Laguna, MS, Geraldo Occa desenvolveu, nos anos 1980/90, inúmeras parcerias e atuações com músicos e compositores paulistas. Seu envolvimento em movimentos culturais na grande São Paulo, como a Vila dos Artistas, em Osasco, fez surgir o projeto “Atentado ao país de som descartável” com o cantor Max Fairbanks e participações dos músicos Bilo Mariano e Reinaldo Luz, sob direção de Tatá. Este projeto agregou outros músicos e nasceu a banda KALABOKA JOHNNY, com uma linguagem mais pop, misturando várias influências, a banda durou aproximadamente 1 ano e meio gravando um CD Demo no estúdio do PLACA LUMINOSA.

A partir dessas experiências, Geraldo Occa tornou-se parceiro do cantor e compositor, Deo Lopes, realizando intensa turnê pelos palcos do Centro Cultural Vergueiro, Espaço Off, Melhor dos Festivais de Minas em Gov. Valadares, Cabaré Mineiro – BH, etc; ao lado de músicos como: Célio Piazza, Ronaldo Rayol, Zé Gomes e Miltinho Edilberto.

Geraldo Occa estudou violão e guitarra de Mozart Mello (Terreno Baldio, Joelho de Porco, Grupo D'alma) e Carlinhos Vieira (Patrulha do Espaço), participou do Movimento pela reconstrução da Vila dos Artistas de Osasco - SP, centro cultural de participação popular gerida por um grupo de artistas independentes, que lutou pela valorização do fazer artístico, criando vários eventos, dentre eles, em 1983, o "CANTO DE JULHO", Feira da Vila Madalena e eventos do movimento universitário na cidade de Guarulhos –SP.

Radicado no Rio Grande do Sul, a partir de 1994, Geraldo Occa , fez novas amizades com músicos gaúchos muito talentosos com quem efetivou novas parcerias.

Geraldo Occa reuniu algumas destas composições e iniciou o projeto de gravação que resultou no CD "RADIOGRAFIA", com produção e arranjos de Daniel Sá e participações de; Ricardo Baumgarten, Marquinhos Fê, Michel Dorfman, Luciano Maia, Rafa Schuler, Jorginho do Trompete, Pedrinho Figueiredo e Paulinho Barcellos.

Tem realizado alguns shows em São Paulo ,mostrando este trabalho com participações de músicos de lá e o guitarrista Paulinho Barcelos , por aqui esta engajado com o movimento do Clube Caiubi sul de compositores , e preparando apresentações com a banda com músicos de Porto Alegre.



ZÉ MARIA TRIO

O Zé Maria Trio enfatiza composições próprias,mantendo a liberdade de expressão de cada integrante. Blues, Jazz, Samba, Milonga e tantos outros estilos que fazem parte desta mistura, tentam encontrar uma voz diferente para o universo musical.

Este é o conjunto de idéias que compõe a aventura musical de Zé Maria Trio.

O Zé Maria Trio é composto por ZÉ MARIA (guitarra), HENRIQUE MELLO (baixo) e DADO SILVEIRA (bateria)



Contato:

Telefone: (51) 9911-8320

E-mail: zemaria.agenda@hotmail.com





SERVIÇO:

O que: Programa Música Autoral Vaia - Show de GERALDO OCCA
                                                              Abertura: ZÉ MARIA TRIO

Quando: Dia 06 DE DEZEMBRO, a partir das 20 HORAS

Onde: TEATRO DE ARENA (Borges, 835 - Altos do Viaduto)

Ingresso: R$ 10 e 5 (estudantes, idosos e classe artística)
          

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

MÚSICA AUTORAL NO ARENA






As atrações do Programa Música Autoral do DIA 21 DE NOVEMBRO, a partir das 21 HORAS no TEATRO DE ARENA (Av. Borges de Medeiros, 835 - Altos do Viaduto) são, no show de abertura, o violonista e compositor GERALDO OCCA e, no show principal, a BANDA ORIGINAL BEAT.


OS ARTISTAS

ORIGINAL BEAT: UMA DAS MUITAS CARAS DE NÊ

Músico busca novas expressões artísticas através das batidas americanas temperadas de Brasil

Quem já viu nos palcos da banda de reggae gaúcha Chimarruts, sabe da sua explosão vibrante, típica dnvbe sua personalidade alegre e cheia de energia. Suas flautas harmoniosas, seu sax, seus solos de gaita e vocais Raga demonstram o brilho solar de um artista que tem muito a mostrar. Ao longo dos 12 anos compondo, interpretando e viajando com a Chimarruts, Nê vem experimentando outras formas de expressão musical. E nesse universo de infinitas possibilidades o artista apresenta sua face mais recente: a Original Beat.

A banda surgiu de um cenário de experimentação em seu próprio estúdio, o Monoestero, em porto alegre - RS. De um laboratório de idéias, em cinco anos, o artista buscou uma assinatura sonora singular. Uma reunião de amigos que compartilham a mesma essência musical fez da Original Beat, uma banda com um trabalho autoral, ao mesmo tempo, maduro e com uma forte identidade.

A proposta do som é a liberdade, em que passeia pelo universo da música negra americana, com grande influência da Bossa Nova de Marcos Valle e da MPB. O Ragamuffin que Nê já faz na Chima, muito próximo do Rap, também foi uma referência para as composições que falam do cotidiano. Porém são as batidas americanas com o tempero métrico brasileiro que tornam o som da banda realmente original.

“Veio de lá pra cá, o que já estava aqui no Brasil”, explica Nê ao comparar seu som com elementos americanos, como a musicalidade do R&B. A ideia do projeto é fugir das fórmulas, transitar por avenidas de vários estilos e buscar a originalidade em si. A mistura traz esse senso de identidade própria, como Nê mesmo define: “tem coisas da tropicália, do pop, não é jazz, mas tem cheiro de jazz, tem o groove do Tupac, tem tudo, tudo tem”.

Nesse sentido o músico chegou à concepção do Tudo Tem que dá nome ao primeiro EP da Original Beat, que será disponibilizado na internet para o livre acesso de todos, no próprio site do artista (www.ne.arte.br).

Esse é o primeiro trabalho de Nê, como vocalista e traduz o seu desejo por ser o interprete inicial de suas canções, de poder captar a essência de suas composições, alcançando assim um resultado mais natural possível. O fato de nunca ter sido interprete de outros autores fez com que o músico chegasse a um jeito próprio de cantar. “Não sou cantor, mas adoro cantar, como diz o Mestre Darci, apenas faço as pessoas cantarem por mim”, lembra Nê.

O projeto da banda se propõe a descoberta de novas expressões do próprio músico, enquanto ele se descobre também. Quanto ao que pretende com a Original Beat, Nê é claro: "Sejamos todos livres”.

A Original Beat é formada por , nos vocais e sax, Felipe Narciso, no contrabaixo, Juliano Rodriguez, na bateria, Luquinha, nos teclados, Sander Fróis, nas guitarras e Bruno Coelho na percussão. O EP Tudo Tem conta com as participações especiais de Tati Portella (Chimarruts), nos vocais de Tudo Tem, Flávio de Paula contrabaixo nas faixas Tudo Tem, Agora Dois e Jazz e Hip Hop e DJ Anderson, na faixa Jazz e Hip Hop.  (Luiza Momo, Jornalista - Mtb/RS13.787)



GERALDO OCCA

Natural de Guia Lopes da Laguna, MS, Geraldo Occa desenvolveu, nos anos 1980/90, inúmeras parcerias e atuações com músicos e compositores paulistas. Seu envolvimento em movimentos culturais na grande São Paulo, como a Vila dos Artistas, em Osasco, fez surgir o projeto “Atentado ao país de som descartável” com o cantor Max Fairbanks e participações dos músicos Bilo Mariano e Reinaldo Luz, sob direção de Tatá. Este projeto agregou outros músicos e nasceu a banda KALABOKA JOHNNY, com uma linguagem mais pop, misturando várias influências, a banda durou aproximadamente 1 ano e meio gravando um CD Demo no estúdio do PLACA LUMINOSA.

A partir dessas experiências, Geraldo Occa tornou-se parceiro do cantor e compositor, Deo Lopes, realizando intensa turnê pelos palcos do Centro Cultural Vergueiro, Espaço Off, Melhor dos Festivais de Minas em Governador Valadares, Cabaré Mineiro – BH, ao lado de músicos como: Célio Piazza, Ronaldo Rayol, Zé Gomes e Miltinho Edilberto.

Geraldo Occa estudou violão e guitarra de Mozart Mello (Terreno Baldio, Joelho de Porco, Grupo D'alma) e Carlinhos Vieira (Patrulha do Espaço), participou do Movimento pela reconstrução da Vila dos Artistas de Osasco - SP, centro cultural de participação popular gerida por um grupo de artistas independentes, que lutou pela valorização do fazer artístico, criando vários eventos, dentre eles, em 1983, o "CANTO DE JULHO", Feira da Vila Madalena e eventos do movimento universitário na cidade de Guarulhos –SP.

Radicado no Rio Grande do Sul, a partir de 1994, Geraldo Occa , fez novas amizades com músicos gaúchos muito talentosos com quem efetivou novas parcerias.

Geraldo Occa reuniu algumas destas composições e iniciou o projeto de gravação que resultou no CD "RADIOGRAFIA", com produção e arranjos de Daniel Sá e participações de; Ricardo Baumgarten, Marquinhos Fê, Michel Dorfman, Luciano Maia, Rafa Schuler, Jorginho do Trompete, Pedrinho Figueiredo e Paulinho Barcellos.

Tem realizado alguns shows em São Paulo ,mostrando este trabalho com participações de músicos de lá e o guitarrista Paulinho Barcelos , por aqui esta engajado com o movimento do Clube Caiubi sul de compositores , e preparando apresentações com a banda com músicos de Porto Alegre.


www.myspace.com/geraldoocca

www.facebook.com/geraldo.occa

www.youtube.com/watch?v=IsdnEOrbtic







SERVIÇO:

O que: Programa Música Autoral Vaia
                      Show Principal: BANDA ORIGINAL BEAT
                      Show de Abertura: GERALDO OCCA

Quando: DIA 21 DE NOVEMBRO (QUARTA), ÀS 21 HORAS

Onde: TEATRO DE ARENA (Borges, 835 - Fone 3226-0242)

Ingresso: R$ 10 e 5 (estudantes, idosos e classe artística)










segunda-feira, 15 de outubro de 2012

MÚSICA AUTORAL EDIÇÃO ESPECIAL

MÚSICA AUTORAL ESPECIAL


























"DIMENSÃO EXPERIMENTAL - MÚSICA, CINEMA E MEMÓRIA"

Lançamento do DVD “Dimensão Experimental - Música, Cinema e Memória”. Musical ao vivo para filmes experimentais das décadas de 20 e 30 do século XX, no Teatro de Arena, dia 18/10/2012 ás 20 horas. Com uma atmosfera sonora que busca combinar a tecnologia e acústica, o grupo Dimensão Experimental tem como proposta musical a fusão do erudito e o popular com o jazz e o rock progressivo-experimental, criando com isto uma estética própria através de sequências harmônicas por vezes pouco convencionais, servindo-se como complemento de películas e imagens digitalizadas, podendo ser uma evocação ou assimilação das vanguardas históricas, enquanto ruptura com produções conformistas contrastando passado e presente por meio das diversas formas de expressão cultural do homem, de lado a lado com o tempo e o cotidiano.

O grupo Dimensão Experimental foi criado em setembro de 1991 e o nome do grupo foi inspirado no titulo do filme avant-garde/experimental do cineasta americano Dwinnel Grant “Three Dimensional Experiments” de 1945. Em 2008, foi criado o projeto 'Música, Cinema e Memória" de autoria do grupo de música instrumental Dimensão Experimental que tem como proposta o resgate da linguagem do cinema silencioso através de músicas autorais contemporâneas criadas especialmente para filmes experimentais, resgatando um pouco da magia do período do cinema avant-garde das décadas de 1920 e 30 de diretores como: Man Ray (EUA), Ralph Steiner (EUA), Mário Peixoto (BRA), Hans Richter (ALE), Marcel Duchamp (FRA) e Len Lye (Nova Zelândia).

O projeto Música, Cinema e Memória contempla uma ação cultural através das projeções dos filmes junto da performance musical ao vivo e de uma ação educativa, podendo ser através de narração por vezes seguida de palestra e debate com convidados e o público.

Todos os arranjos musicais são de autoria do grupo Dimensão Experimental, formado por: Klaus Farina (Teclados, Guitarras, Flauta e Programação Eletrônica); Álvaro Sabóia (Teclados e Gaitas de Boca) e Mozart Dutra (Percussão Acústica).


Filmes que serão performados:

1- “Tusalava” (1929) – 10 min. – Len Lye – Música : Tusalava (Farina/Sabóia/Dutra)

2- “Inflation” (1928) – 3 min. – Hans Richter – Música: Inflação (Farina/Sabóia)

3- “H 2 O” (1929) – 12 min. – Ralf Steiner - Músicas: Akvo (Farina/Sabóia) e All Wright (Farina)

4- “Anemic Cinema” (1926) 6 min. – Marcel Duchamp - Música: FSM (Farina)

5- “Limite” (1931) Fragmento de 8 min. - Mário Peixoto – Música: Limite (Farina)

6- “Les Mystères du Château de Dé” (1929) – 19 min. – Man Ray Música: Os Mistérios do Castelo de Dados (suíte em seis movimentos de autoria de Klaus Farina com colaboração adicional de Álvaro Sabóia no sexto movimento).

O projeto "Dimensão Experimental - Música, Cinema e Memória" tem apoio oficial do IECINE, IEM, Museu Hipólito, Museu Antropológico RS, Jornal Vaia, E O Vídeo Levou.


Saiba Mais em:
http://dimensaoexperimental.blogspot.com



SERVIÇO:

O QUE: Programa Música Autoral Vaia Especial
              Lançamento do DVD "Dimensão Experimental - Música, Cinema e Memória"

QUANDO: 18/10/12 (Quinta-Feira), às 20 HORAS

ONDE: TEATRO DE ARENA (Borges de Medeiros, 835 – Fone: 3226.0242)

             ENTRADA FRANCA


terça-feira, 28 de agosto de 2012

MÚSICA AUTORAL SETEMBRO 2012

MÚSICA AUTORAL NO ARENA
























Atrações do Programa Música Autoral Vaia, DIA 04 DE SETEMBRO,  a  partir das 20 HORAS, no TEATRO DE ARENA (Borges, 835 - Altos do Viaduto - Fone: 3226-0242): show de Abertura com ANGELO RIZZI e show principal de OLY JR. Participe e prestigie os artistas independentes gaúchos.

terça-feira, 17 de julho de 2012

MÚSICA AUTORAL NO TEATRO DE ARENA




























A atração do Programa Música Autoral do dia 02 de AGOSTO, a partir das 20 HORAS, no TEATRO DE ARENA (Borges, 837, Altos do Viaduto - Telefone 3226-0242) será o violonista, compositor e arranjador KILLY FREITAS. Na abertura especial acontecerá a projeção dos curtas-metragens "O Bilhete" e "Sagocitose", do diretor PAULINHO AZEVEDO. Participe desta noitada musical e cinematográfica.


O ARTISTA


KILLY FREITAS


Killy Freitas nasceu em Santa Cruz do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil. É violonista, guitarrista, compositor e arranjador. Já dividiu o palco com grandes nomes da música no RS e fora do Brasil. Além da música autoral instrumental, trabalha com trilhas sonoras para teatro e também com educação musical.  

D’Alma é seu primeiro cd solo e nos traz o sotaque sulista, com composições que valorizam a melodia e a harmonia, onde o violão divide a cena com outros instrumentos, como gaita, bandoneon, teclado e violoncelo.

O que já falaram sobre o CD “D´Alma”

“Cordas de cristal pra apaziguar a mente. Uma brincadeira com harmônicos que soam como bolhas de som pra serenar as emoções. Música introspectiva, melodias que não precisam palavras pra comunicar o conteúdo com muita intensidade. Música livre, linda e sem compromisso, a não ser com o próprio prazer do compositor; consequentemente com o prazer de quem está ouvindo”.

Hique Gomez (músico, ator, compositor, diretor)

“Para aquém do ritmo, Killy Freitas nos traz o tom do Sul. Esse tom melancólico dos dias nublados, frios, que nos obriga a olhar para dentro, nos remete ao compasso da nossa própria alma. É impossível ouvir as dez canções de D’Alma e não sentir que ele parece nos conhecer intimamente”.

Leonardo Brasiliense (escritor e músico)





CONTATO:

www.myspace.com/killyfreitas

killyfreitas@hotmail.com

 




SERVIÇO:
 
O que: Programa Música Autoral - Show de KILLY FREITAS
           Abertura: Projeção dos curtas "O Bilhete" e "Sagocitose", de PAULINHO AZEVEDO
 
Quando: 02 de Agosto, às 20 horas
 
Onde: Teatro de Arena (Borges, 835 - Altos do Viaduto)
 
Ingressos: R$ 10 e 5 (estudantes, classe artística e sêniors)